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Grato pela sua visita,é uma honra ter a sua presença por aqui. este Blog tem como objetivo apresentar o melhor do drift. como todos sabem o drift é uma modalidade japonesa, drift ou dorifuto, que significa dança com carros.

Um corredor de rua chamado Keiichi Tsuchiya ficou particularmente interessado no drift de TakahashiTsuchiya começou a praticar suas técnicas de drift nas montanhas do Japão, e rapidamente ganhou uma grande reputação. Em 1977, uma revista muito popular de tunning e carros concordou em produzir um vídeo sobre as habilidades de Tsuchiya, esse vídeo conhecido como Pluspy se tornou um hit e inspirou milhares de corredores profissionais de drift que correm nos circuitos atualmente. Em 1988 o diretor chefe da Option magazine Daijiro Inada ajudou a organizar o primeiro tornei especializado em drift.
O drift chegou no Brasil muito tempo depois, o drift no Brasil só começou a ganhar destaque com a popularização do tuning e a chegada de jogos e filmes relacionados, caso do filme Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio e divulgação feita pela Drift Brazil. Depois de sua estreia vários documentários e matérias em jornais e revistas começaram a falar sobre o drift,o drift está representado por diversos clubes e fóruns em Portugal e no Brasil.

Drift ou Drifting (ドリフト走行 dorifuto sōkō), é uma técnica de direção de carros ou motos que consiste em deslizar nas curvas escapando a traseira, girar o volante para que as rodas dianteiras estejam sempre em uma direção oposta a curva (se o carro vira para a direita então a roda deve estar a esquerda, e vice versa), controlando o nível de derrapagem, fazendo o carro literalmente andar de lado ou cautar literalmente.




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O japonês Yasuyuki Kazama é campeão D1 Grand Prix .Kazama também detém o recorde de vitórias com o seu Nissan Silvia S15.
Yasuyuki Kazama nasceu 01 de fevereiro de 1970 em Nagano no Japão.Kazama começou sua Carreira no Drift com 17 Anos, começou com um Toyota Corolla Levin AE86.
Kazama trabalhava como frentista em um posto de gasolina, e nos dias de folga ia aprender a fazer drift.Kazama escapou da morte quando seu carro derrapou em um dia de chuva, 
em que estava treinado drift nas montanhas do Japão.

Quando Yasuyuki Kazama entrou pela primeira vez nos concursos de drift, ele estava dirigindo um Nissan Silvia S14.
Mais tarde, Kazama foi patrocinado pela loja Keiichi "Drift King" de Tsuchiya também corredor de drift . mais tarde na vida, Kazama se tornaria um 
mecânico para o Tsuchiya.
Tempos depois Tsuchiya acabou vendendo sua oficina em 2004, e Kazama abriu sua própria garagem chamada Rodextyle.

Kazama é bastante conhecido no Reino Unido e os Estados Unidos com sua aparição na TV convencional no programa BBC2, Top Gear. No episódio do Top Gear, Yasuyuki Kazama está ensinando Richard Hammond a fazer drift num Vauxhall Monaro VXRKazama também tem sido destaque em revistas do setor automotivo, como Autocar e na revista Octane.

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Muito conhecido, no mundo inteiro o Toyota AE 86, é um carro que chegou para ficar. muito usado nas competições de Drift e adorado pelos japoneses, por ser um carro que não dá mecânica e o melhor.. agora em sua nova versão!
O Toyota Corolla AE86 é um carro clássico muito usado no Drift e adequado para rally. é composto de uma configuração de diferencial de deslizamento limitado, é um veículo leve,tem um bom equilíbrio, uma caixa de câmbio manual de 5 velocidades, freios a disco ventilado, MacPherson estilo de braço independente, suspensão regulável, e um eixo de ligação com molas helicoidais para a retaguarda, barras de estabilizador (barras estabilizadoras) em ambas as extremidades,relativamente potentes e de fácil utilização para sintonizar os 4-cilindros do motor.
No Japão, estas qualidades tornam o AE86 popular com street racers japonês chamado "Hashiriya", que correu com o AE86 em passagens de montanha, chamado "touges", onde em curvas apertadas o AE86 se enquadra muito bem. Muitos entusiastas de automóveis referem-se ao AE86 pelo seu nome japonês "Hachi Roku", que traduzido literalmente significa "8-6".
No Japão e na Europa, o AE86 estava disponível com um combustível injectado twin-cam 1587cc 4-cilindros do motor 4A-GEU que também foi utilizado na primeira geração Toyota MR2 (AW11). O motor 4A-EUG tinha uma potência de saída de 130 PS (97 kW) e 103 pés lbf (140 Nm) de padrão de torque a partir da fábrica Toyota.
Na América do Norte, uma versão modificada do motor 4A-GEC foi usado para cumprir com as regulamentações de emissões da Califórnia. a força foi avaliado em 112 cv (84 kW) e 100 pés lbf (136 Nm) de torque.
O novo modelo do Toyota AE 86 como sempre fazendo muito sucesso, nas pistas de drift, no mundo.


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Willian Gobatto, de apenas 18 anos, e Anderson Hashiguti,realizam o sonho de todo drifteiro brasileiro: obter a licença do D-1

Dois pilotos brasileiros acabam de realizar o sonho de todo praticante de drift: obter a licença para correr nas categorias do D-1, a “elite” do esporte no Japão. A façanha foi realizada por Willian César Gobatto, da equipe Gob Drift, e Anderson Hashiguti,da equipe NR Racing. Ambos foram, respectivamente, campeão e vice-campeão do Transamérica Drift/D-1 Street Legal, em Suzuka (Mie).
O sonho de chegar ao D-1 vinha sendo perseguido por muitos pilotos brasileiros, que costumam se alternar entre campeonatos da comunidade verde-amarela e as difíceis provas de acesso à principal competição japonesa. O caminho, que já é árduo, torna-se ainda mais complicado para os brasileiros, que em sua maioria trabalham em fábrica e não têm a mesma estrutura dos pilotos japoneses,o que inclui equipamentos de ponta, equipe técnica especializada e patrocinadores fortes.
A realização, pela primeira vez, de uma versão brasileira do D-1 Street Legal, espécie de degrau para o cobiçado D-1 Grand Prix, acendeu a esperança entre cerca de 75 pilotos brasileiros, que se dividiram entre as categorias iniciante, médio e semi-pro.  Considerado o “rei do drift” nipônico e um dos inventores do esporte, o ex-piloto e atual juiz do D-1, Keiichi Tsuchiya, acompanhou o evento pessoalmente.
Realizado numa parceria entre a rádio Transamérica Internacional e os organizadores do próprio D-1, o campeonato foi um marco inédito para o esporte entre os brasileiros. Prova disso foi a grande cobertura da mídia japonesa, com a presença das emissoras de televisão Tokai, CBC, Mie Terebi e Fuji Terebi, além dos jornais Asahi e Chuunichi.

Brasil no D1
Com apenas 18 anos, Gobatto foi o grande campeão na categoria semi-pro, seguido pelo veterano Hashiguti e por Marcelo dos Santos Júnior.

Durante a premiação, Gobatto e Hashiguti foram surpreendidos por Tsuchiya, que anunciou a concessão da licença especial para que ambos possam disputar as provas do D-1. Além disso, o campeão foi contemplado com uma passagem aérea de ida e volta para o Brasil, oferecida pela empresa American Airlines.
A rádio Transamérica Internacional anunciou ainda que acaba de montar uma equipe de drift para competir no D-1, com dois pilotos. A idéia é que a equipe tenha um piloto brasileiro e um japonês. A sadia disputa, agora, ficará entre Gobatto e Hashiguti, para definir quem será o primeiro brasileiro a correr na elite do drift japonês.
Lenda viva do esporte, Tsuchiya afirmou que esta foi sua primeira experiência junto à comunidade brasileira e agradeceu a oportunidade de promover esse intercâmbio. Ele também disse que ficou impressionado com a qualidade técnica dos pilotos brasileiros.


Outras categorias
Na categoria médio, o campeão foi José Carlos Souza e Silva, seguido pelo vice-campeão John Minoru, o Torto, e pelo terceiro colocado Paulo Roberto de Souza. Entre os iniciantes, o campeão foi Celso Kuriyama, seguido no pódio por Edson Hiroshi Takemoto e Lincoln Cardoso.

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O Drift ficou bem mais – ou totalmente – conhecido aqui no Brasil após o filme The Fast and The Furious – Tokyo Drift, ou para nós brasileiros, o popular ‘Velozes e Furiosos’. E como o filme já mostra, esse tipo de campeonato é bastante forte na terra do sol nascente, mas não ocorre só por lá. E para os leigos, drift ou drifting  é uma técnica de direção de carros que consiste em deslizar nas curvas escapando a traseira, girar o volante para que as rodas dianteiras estejam sempre em uma direção oposta a curva (se o carro vira para a direita então a roda deve estar a esquerda, e vice versa), controlando o nível de derrapagem, fazendo o carro literalmente andar de lado. Entendeu?


Para tanto, resolvi publicar os carros mais usados no Japão pra esse tipo de competição:


- Nissan Silvia/180SX ambos 4 cilindros 465 hp
- Toyota AE86 um dos preferidos pelos japoneses e mais usados no drift

- Mazda RX-7 1.3 motor rotativo, sem pistão
- Nissan Cefiro (versão com tração traseira) v6 3.0
- Nissan Laurel v6 3.5 excelente carro, muito confortável e espaçoso
- Nissan Skyline (com tração traseira) v6 Bi Turbo 2.000 hp
- Nissan Fairlady Z v6 3.7 Turbo
- Toyota Altezza 4 cilindros 2.0
- Toyota Soarer V8 Bi Turbo 4.5 este cavoca até asfalto
- Honda S2000 4 cilindros motor do civic Type R
- Mazda Atenza 4 cilindros Turbo



Mazda RX7 Motor rotativo sistema usado nos aviões, não tem pistão.
Motorzão 1.3 Turbo rotativo do Mazda RX7


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Brasileiro vai gastar cerca de 500 mil ienes para ter um carro bom e seguro para fazer manobras radicais

Suzuka - Os brasileiros que gostam de praticar drift são conhecidos pelas ma­nobras sempre arriscadas que fazem nos circuitos de corrida. Mas antes de colocar o carro na pista, o piloto deve contar com alguns equipamentos básicos para conseguir obter os melhores resultados com segurança. É loucura fazer as manobras com o carro original, pois não tem como ter controle do carro”, diz o mecânico e piloto Marcelo Yoshimoto, da Speed Car de Su­zuka (Mie). “Não depende só da habilidade do piloto, mas do equipamento que está no carro”.
Antes de colocar um carro na pista para praticar Drift é preciso equipá-lo devidamente

Para transformar um carro, o piloto iniciante necessita de um kit básico.Yoshimoto, que prepara carros de drift há nove anos, deu as dicas. Os equipamentos mais utilizados incluem suspensão de rosca, turbina e booster, embreagem de metal, computador para regulagem do motor e filtro esportivo de ar, além dos itens de segurança, como gaiola, capacete e luvas. Os itens - mais o carro - ficam em torno de 500 mil ienes.
Apesar de ser uma brincadeira cara, o mecânico afirma que recebe, em média, cinco encomendas por mês. É uma amostra que os brasileiros estão praticando cada vez mais o drift. Os melhores carros para levar para a pista, segundo ele, são os da Nissan (Silvia S13, S14, S15 ou 180 SX), que são fortes, mas têm peças de reposição mais baratas. Já os da Toyota, como Toyota Mark II 90 e 100, são muito melhores, mas têm manutenção mais cara.
Se o piloto vai passar o dia na pista, deve levar quatro pneus novos (para duas trocas). Um dos recomendados é New Neova, da Yokohama, que permite ade­rência na pista seca ou molhada. A gasolina tem que ser Hayoku, ( gasolina azul ou prêmium ) já que é pura e permite que o motor trabalhe sem problemas. “Se for fazer drift com gasolina comum, pode ser que o motor não agüente”. Os pneus e a gasolina saem por volta de 60 mil ienes.

Especialista está a um passo da profissionalização
Marcelo Yoshimoto, ao lado de seus troféus, prepara carros para drift e quer se profissionalizar no esporte

O mecânico e piloto Marcelo Yo­shimoto sonha em conseguir patrocínio para disputar o D-1, a Fórmula 1 do drift no Japão. Ele é considerado um piloto se­mi ­profissional. “Faço drift há no­ve anos e um piloto japonês que já foi campeão disse que eu tenho chances de competir”, revelou.

Como fazer a preparação para o drift

 
Equipamentos
Para nível básico

Shakochô ou suspensão de rosca dá estabilidade nas curvas. Sem ela, o carro pode perder aderência.

O LSD, ou diferencial travado, permite que as rodas traseiras girem por igual. Se for no original, ele roda de um lado só.

O booster (regulador de pressão de turbina) passa de 800 gramas (carro comum) para um quilo. Serve para dar mais potência ao motor.

Para nível avançado
Turbina que aumenta a potência do motor, para quem gosta de acelerar mais.


Braço de direção esportiva dá maior segurança nas manobras. Indicado para quem compete.


Disco de embreagem de metal é indicado para troca de marchas mais rápidas e não deixa o motor “patinar”.


Filtro esportivo de ar ajuda a aumentar a potência do motor.


Relógios que controlam a temperatura da água, do óleo, a pressão do óleo, a temperatura da turbina e a pressão da gasolina.


Volante esportivo tamanho médio e o cubo, necessários para fazer dori.


Essas peças formam o kit básico para quem quiser preparar o carro para praticar drift sem problemas.


Dicas de segurança

Quanto custa?
A preparação do carro com peças básicas gira em torno de 500 mil ienes e demora ao menos uma semana.

Quais itens de segurança deve ter?
A gaiola protege o piloto numa eventual capotagem. O cinto de segurança pode ser de três pontas. As bandejas da suspensão devem ser trocadas. O volante esportivo tamanho médio é indicado, assim como os relógios de controle no painel. A pessoa deve usar capacete e luvas para competir.

Alguns dos circuitos indicados
YZ e Mizunami (Gifu); Mikawa Motorland, em Toyokawa (Aichi); e Suzuka Motorland (Mie)




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Esta ai um carro que deveria vir para o Brasil,ao invés do Nissan March, esse é muito superior, mais potente do mesmo tamanho, mas que deixa o March no chinelo! O Toyota Vitz (ou Yaris) é um carro hatch compacto da Toyota. a primeira geração é de 1999 até 2004 e a segunda é de 2005 até os dias de hoje. o modelo é chamado de Vitz no Japão e de Yaris no resto do mundo. seus principais méritos são o design moderno e o baixo consumo de combustível, com motor 1,5 litros a gasolina turbo chega a fazer 29,2 litros por km rodado. e 180 cv de potência máxima, nada mal para o pequeno hatch, nova suspensão, rodas e difusor foram adicionados ao modelo. o para-chóques dianteiro ganhou uma grade gigante, para ajudar na refrigeração.

Agora veja os vídeos desse carro bacana, tomara que venha para o Brasil.
Toyota Vitz comercial


Toyota Vitz (Yaris) versão Hybrid



Toyota Vitz versão RS Sport

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